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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Coisas Bizarras: Malandro é Malandro




Galerë, presta atenção nessa notícia que acabamos de visualisar no G1.

Um delinquente furtou um relógio, a carteira, os documentos e cartões de créditos de um cozinheiro em Salvador.  Até aqui tudo bem, absolutamente normal. 

Depois de roubar e analisar os pertences da vítima, o ladrão voltou para devolver o relógio, alegando ser falsificado. Porém, fugiu ficando com os outros pertences.

Logo após devolver o relógio para a vítima, adivinhem o que aconteceu? Não, infelizmente ele não foi baleado na cabeça pelos policiais. Ele foi simplesmente preso pela Polícia Civil. 

O vagabundo bandido rouba os pertences de um cidadão de bem; fica indignado pelo fato do relógio roubado, ser falsificado; volta para devolve-lo; fica com os cartões de créditos, carteira e documentos; e ainda quer sair livre?

Na boa, preciso fazer piada? Postagem meramente informativa.

Quer conferir a notícia por completo? Clique no link G1 a seguirlink G1 a seguir

sábado, 22 de janeiro de 2011

Síndrome da mão boba


Se você pensou que ver um obeso sedentário ativo, era a coisa mais estranha que já tinha visto, prepare-se para uma ainda "pior".

De todas as coisas bizarras e sem sentido que já postamos por aqui, essa é a mais "diferente".

Uma mulher norte americana (tinha que ser), sofre com uma síndrome, que nós carinhosamente chamamos de "probleminha", da Mão Alheia. Ficou curioso para saber do que se trata, né? Então leia o resto.
Imagine você ser atacado por sua mão. Repentinamente, você começa a se estapear, se despir, de forma totalmente descontrolada. Essa é a realidade de Karen Byrne, de 55 anos, que sofre do "probleminha".

O problema de Byrne começou quando ela tinha 27 anos. Após passar por uma cirurgia, para controlar sua epilepsia, que havia dominado sua vida desde seus 10 anos.

Em resumo, a cirurgia para curar a epilepsia envolve identificar e cortar um pequeno pedaço do cérebro, no qual os sinais elétricos anormais se originam. Quando essa cirurgia não funciona, os pacientes precisam passar por uma solução mais radical.

No caso de Karen Byrne, o cirurgião cortou seu corpo caloso, um feixe de fibras nervosas que mantém os dois hemisférios do cérebro em permanente contato.

Depois da cirurgia, que a princípio foi bem sucedida, houve um pequeno problema.

Ainda no hospital, o médico disse: "Karen, o que você está fazendo? Sua mão está te despindo".

Resumindo a notícia: a mão esquerda de Karen agem totalmente sem o controle dela. Tudo que ela fazia com a mão direita, como por exemplo abotoar a camisa, a mão esquerda desfazia. Com as pernas também há problemas, e funciona basicamente no mesmo sistema. Às vezes, quando ela tenta por exemplo, virar à direita, uma das pernas faz com que ela vire à esquerda. E ela fica andando em círculos.

No caso de Karen, a Síndrome da Mão Alheia tem explicações simples:

1º- Ela fez a cirurgia, e não tinha dinheiro para pagar. Assim, tentou seduzir o médico, desabotoando a camisa. O médico não quis fuder caiu na dela, e ela se fez de desentendida.

2º- Quer se masturbar? Beleza. Vá em frente. Além de ser uma coisa da natureza humana, ainda é cientificamente comprovada que faz bem para a saúde. Não precisa ficar inventando desculpa, dizendo que sua mão age de forma espontânea.

3º- Gente louca tem em todos os lugares, Karen. Não é só nos States que tem coisas bizarras. Por isso, não se reprima. Remédios controlados, controlam seu problema.

4º- Por que o nome desse problema é "Síndrome da Mão Alheia", se a mão é da própria pessoa?


Confira a foto de Karen Byrne, no início do seu probleminha:



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sábado, 8 de janeiro de 2011

Coisas Bizarras: Nazismo animal

Own..*-*
Sim, o cachorro é lindinho. Mas o Nazismo era feio e bobo.

Eu, como todo e bom desocupado pesquisador, revirei sites de notícias, de charges, de piadas, pornôs, etc. Achei vários temas polêmicos e intrigantes. Porém, foi escolhido esse tema propositalmente porque sabemos que muita gente não lê esse tipo de bobagem matéria em sites de notícias. Então, trazemos até vocês, essa curiosidade. Lembrando que, depois de ler o post, suas aulas de história, sobre o regime totalitário na Alemanha, nunca mais será as mesmas. Confira.

Uma cadela da raça vira-lata imitava a saudação que os soldados alemães faziam para Hitler. E, depois da descoberta desse fato, os nazistas se enfureceram, a ponto de  iniciarem uma Segunda Guerra Mundial campanha obsessiva contra o dono do animal. Isso ocorreu nos anos de 1941 à 1945, mas só agora, através de dicumentos históricos, é que a notícia foi divulgada.

Jackie era uma cadela vira-lata, que pertencia a Tor Borg, um empresário finlandês. Tor vivia no monte Olimpo com sua mulher Josefine, que era alemã, conhecida por suas teoria antinazistas. Ela chamava o cão de Hitler, pelo estranho hábito de erguer a pata toda vez que ouvia os alemães saudarem o "fuehrer" com o grito de "Nóis que tá!" "heil Hitler".

Em 1941, o vice-cônsul alemão, escreveu que uma testemunha anônima, chamada de Oliver Khan, disse ter visto e ouvido como o cão reagia ao comando de 'Hitler' erguendo sua pata.

A Embaixada Alemã intimou Tor Borg, sua mulher Josefine, e Jackie, a cachorrinha. Tor Borg, que amava sua mulher, disse que "a cachorra só fazia aquilo por causa dos treinamentos feitos por Josefine, e que isso já vinha ocorrendo desde 1933, quando Hitler chegou ao poder". A Embaixada Alemã, também conhecida como "A Embaixada Alemã", concluiu que na hora do medo, uma pessoa entrega a própria mãe, para não morrer.

A Embaixada achou isso (a forma com que Jackie 'saudava' Hitler) um desrespeito. Mas, Josefine desmentiu tudo, contornou a história, e se salvou.

Adolf  Hitler nem mesmo ficou sabendo do caso, mas essa foi mais uma batalha perdida pela Alemanha.

O Piad'oublog conseguiu, através dos documentos históricos, uma foto de Tor. Confira:



Tor faleceu em 1959, aos 60 anos. Josefine morreu em 1971. Ambos morreram por causas naturais de fuzilamento. E Jackie? Bem, Jackie foi  mandada para o campo de concentração...

Campo de concentração onde iam parar os antinazistas, negros, judeus, etc.
 Jackie passou o resto de sua  'vida de cão' aí.

O que aprendemos hoje? Basicamente nada. Mas, podemos tirar duas  lições valiosas da história:
1º- O medo de morrer, sempre vai fazer com que você entregue sua (seu) parceira (o).
2º- Pessoas e cachorros morriam e morrem de forma natural e misteriosa na Alemanha e em todo o mundo.

Ficamos por aqui com mais um post desanimador.

Àquele abraço pra galëre.